O processo que está há mais de um ano sendo debatido por diversas forças vivas da sociedade, em prol da criação da Universidade Federal na metade norte do Estado, está se encaminhando para a reta final. Para o vereador João Pedro Fagundes (PT), um dos idealizadores do projeto, "o movimento está entrando em sua reta final e até o final deste mês as discussões deverão estar encerradas e traçado o perfil da universidade, dos cursos e do tipo de pesquisa a ser desenvolvida", salienta Fagundes.
Nesta semana foi realizado um seminário, em São Miguel, para discutir o assunto e encaminhar propostas sobre o modelo de universidade a ser adotado. "Foram criados dois grupos, um técnico, responsável pelas questões mais voltadas ao ensino, normas, pesquisa e o perfil em si e o outro político, voltado à negociação com o governo federal. Em um primeiro momento o governo acenou com a possibilidade de criação de Cefets, ou seja, centros de cursos profissionalizantes, mas a comunidade definiu que não é este o modelo ideal para a região", esclareceu o vereador. Ele acredita que até o final de julho as discussões estejam encerradas e o projeto entregue ao governo federal. Os debates estão envolvendo autoridades e lideranças da região norte do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e oeste do Paraná.
Dentre as propostas já formuladas pela região para a apresentação em um seminário que envolverá as três regiões interessadas no projeto, nos próximos dias 12 e 13 de julho, em Chapecó, estão que a universidade deverá ser multicampi; que dialogue as demandas das regiões; que facilite o acesso das camadas mais populares; democratização da gestão, construída conjuntamente com a sociedade; trabalhe o potencial econômico de cada região, suas peculiaridades e aponte alternativa ao modelo de produção vigente, criando um novo modelo de produção, que possa colaborar na retomada do desenvolvimento da região e volte suas linhas de pesquisa para este foco.
Nesta semana foi realizado um seminário, em São Miguel, para discutir o assunto e encaminhar propostas sobre o modelo de universidade a ser adotado. "Foram criados dois grupos, um técnico, responsável pelas questões mais voltadas ao ensino, normas, pesquisa e o perfil em si e o outro político, voltado à negociação com o governo federal. Em um primeiro momento o governo acenou com a possibilidade de criação de Cefets, ou seja, centros de cursos profissionalizantes, mas a comunidade definiu que não é este o modelo ideal para a região", esclareceu o vereador. Ele acredita que até o final de julho as discussões estejam encerradas e o projeto entregue ao governo federal. Os debates estão envolvendo autoridades e lideranças da região norte do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e oeste do Paraná.
Dentre as propostas já formuladas pela região para a apresentação em um seminário que envolverá as três regiões interessadas no projeto, nos próximos dias 12 e 13 de julho, em Chapecó, estão que a universidade deverá ser multicampi; que dialogue as demandas das regiões; que facilite o acesso das camadas mais populares; democratização da gestão, construída conjuntamente com a sociedade; trabalhe o potencial econômico de cada região, suas peculiaridades e aponte alternativa ao modelo de produção vigente, criando um novo modelo de produção, que possa colaborar na retomada do desenvolvimento da região e volte suas linhas de pesquisa para este foco.
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